quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Veja 30 dicas de temas de redação para treinar para o Enem


Professores ouvidos pelo G1 recomendam fazer entre uma e duas redações por semana até os dias de provas, e sugerem temas do perfil do Enem.

Estudar para a prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pode ser confuso: ao contrário das quatro provas objetivas, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) não informa o conteúdo exigido de antemão. O objetivo, afinal, é avaliar se os candidatos e candidatas demonstram as competências esperadas na hora da produção de um texto dissertativo-argumentativo. Por isso, o G1 ouviu dez professores de cursinhos pré-vestibulares e reuniu as principais dicas para chegar preparado para a redação, que, neste ano, será aplicada no dia 6 de novembro.

Até lá, a principal recomendação dos professores é fazer entre uma ou duas redações por semana. Veja abaixo as principais dicas para aproveitar as últimas semanas antes do Enem 2016:

COMO ESCOLHER TEMAS PARA TREINAR

As dicas que o G1 reuniu junto às professoras e professores de cursinhos pré-vestibulares são de temas que poderiam aparecer na hora H. Mas todos já avisam que não existe "bola de cristal", e que não basta ficar de olho em assuntos que ocuparam os holofotes da opinião pública neste ano ou no ano passado. Um exemplo de como isso pode atrapalhar é o tema sobre os efeitos da Lei Seca no Brasil, que não estava em pauta antes de aparecer na prova do MEC.

Outra dica é entender que o tema da redação é relevante, mas não é o mais importante: o que a prova espera é que o candidato leia e entenda a proposta, estruture sua redação dentro do formato exigido e produza sua proposta de acordo com valores universais de direitos humanos.

Segundo eles, o assunto das provas de redação costumam estar relacionados à realidade da sociedade brasileira e a questões mais ou menos atuais que reflitam sobre o bem estar coletivo, os efeitos e as consequências de um problema. Vale lembrar que o tema sempre vai exigir um posicionamento do autor da redação.

Entre os temas que foram mencionados por mais de um professor estão a questão do investimento no esporte como forma de ascensão social, ou de promoção da saúde contra o vício das drogas, os desastres ambientais, como a quebra da barragem em Mariana (MG), em 2015, e a construção da polêmica usina hidrelétrica de Belo Monte. A mobilidade urbana também foi citada por três dos dez docentes ouvidos na reportagem. Confira a seguir:

Ana Paula Severiano, professora de redação do Stockler
"O papel da população no combate ao mosquito Aedes aegypti"
"O desafio da mobilidade urbana nas grandes cidades do Brasil"
"A responsabilidade diante de grandes catástrofes ambientais"

Cora de Andrade Ramos, professora de redação do Hexag Medicina
"Refugiados: o papel do Brasil na ajuda a países assolados por guerras e grupos terroristas"
"Belo Monte e o desastre em Mariana: qual é o custo do progresso?"
"Estado laico e democracia são conceitos teóricos ou aplicáveis na sociedade?"

Gabriela de Araújo Carvalho, coordenadora de redação do Curso Poliedro
"A intolerância religiosa e suas consequências: violência e opressão"
"O esporte como possibilidade de ascensão social"
"A participação política por meio das redes sociais"

Lilica Negrão, professora de redação e gramática do Colégio Oficina do Estudante
"As ocupação das escolas públicas e o movimento estudantil"
"Redução da maioridade penal"
"Democracia e a participação dos jovens"

Marcus Vinicius, professor de redação do Colégio Qi
"Urbanização e sustentabilidade"
"Mobilidade urbana"
"Economia verde"

Maria Aparecida Custódio, professora do Laboratório de Redação do Objetivo
"A prática do bullying nas escolas brasileiras"
"A inclusão de pessoas com deficiência no Brasil"
"O fenômeno da transição demográfica no Brasil"

Sérgio Paganim, coordenador de redação do Anglo
"A privacidade da comunicação nas redes sociais: o embate entre o judiciário brasileiro e o WhatsApp"
"O colapso da mobilidade urbana e suas perspectivas"
"O embate entre o poder público e interesses privados diante de grandes problemas ambientais"

Simone F. G. da Motta, coordenadora de português do Etapa
"A luta pela vida e o uso de medicações controversas, como a 'pílula do câncer”
"As drogas na vida e no esporte: como fortalecer a juventude e combater o vício"
"O respeito ao próximo: um mundo sem preconceitos"

Tássia Monteiro, professora de redação do Cursinho Maximize
"Lixo e reciclagem: destino consciente para os resíduos"
"A crise hídrica e o uso consciente da água"
"A inovação na área de práticas sustentáveis"

Thiago Braga, professor de redação do Sistema pH
"A necessidade de mudança do modelo de transporte nas grandes cidades brasileiras"
"O esporte como mecanismo de diminuição das disparidades sociais brasileiras"
"Formas de intensificar o combate ao racismo no Brasil"

Alerta: PEC 241/2016 retira direitos da sociedade brasileira na educação

A Campanha Nacional pelo Direito à Educação quer fazer um alerta: tramita no Congresso Nacional a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016. Essa PEC estabelece um novo regime fiscal, proposto pelo presidente interno, Michel Temer, e pelo ministro da fazenda interino, Henrique Meirelles, determinando que nenhum investimento nas áreas sociais pode ser superior ao reajuste inflacionário. Isso significa que nenhum centavo novo vai chegar para construir escolas, pré-escolas, creches, melhorar as universidades públicas, a educação básica, o salário dos professores. Em resumo, a PEC 241/2016 praticamente inviabiliza as metas e estratégias do Plano Nacional de Educação 2014 – 2024 (Lei 13.005/2014).

 Entenda em detalhe a proposta:


O Brasil precisa expandir matrículas e aumentar o investimento em educação e não reduzir, como quer o presidente interno, Michel Temer, e o ministro da fazenda interino, Henrique Meirelles. É importante que, neste momento que o Brasil vive de crise política e crise econômica, toda a sociedade tenha consciência do risco que ela corre caso o governo interino seja bem sucedido na tramitação dessas matérias no Congresso Nacional.
“É fundamental que a sociedade se oponha à PEC 241 e convença cada deputado e cada senador a votar contra a PEC 241. Parece que estamos falando só do nosso presente ou só do Plano Nacional de Educação que se encerra em 2024 mas, na realidade, estamos falando de um período de vinte anos de vigência dessa proposta de diminuição do investimento em educação, saúde, e assistência social. E vamos viver vinte anos de finalização da possibilidade de o país ser de fato próspero e digno para sua população.”
 Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.

Autor: http://www.campanha.org.br/pec241/
Acesso em 24/08/2014

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Candidatos a prefeito podem participar da Agenda da Primeira Infância

Os candidatos a prefeito nas eleições deste ano poderão mostrar que, se forem eleitos, darão prioridade à infância aderindo à Agenda prioritária para a primeira Infância: qualidade e equidade nas políticas públicas, na internet. Isso significa que eles se comprometerão, por exemplo, a ofertar educação infantil de qualidade, dar prioridade no acesso a creches para famílias em situação de vulnerabilidade; garantir espaços para o brincar e a formar profissionais que lidam crianças nessa faixa (até 6 anos).

A agenda foi elaborada conjuntamente por um grupo formado por representantes de institutos, fundações, entidades e movimentos e por especialistas das áreas de educação, saúde e assistência sociais, entre os quais os ministérios da Educação (MEC) e do Desenvolvimento Social e Agrário, a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Na página Compromissos de Governo, os candidatos podem registrar e tornar público o compromisso de sua candidatura com a agenda. Para além do compromisso público, os candidatos podem incluir as ações na proposta de governo a ser registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A lista dos candidatos que já se comprometeram está disponível na mesma página.

“Nosso objetivo, ao lançar a agenda quando neste momento em que os candidatos a prefeito estão registrando seus planos de governo é contribuir para que possam melhorar e qualificar planos de governo assegurando foco e preocupação com a primeira infância”, disse o presidente da Undime, Alessio Costa Lima. Para Lima, falta hoje às prefeituras mais articulação entre as áreas que tratam da primeira infância, principalmente no que diz respeito à educação, saúde e assistência social.

A proposta está estruturada em sete ações estratégicas, que se subdividem em um conjunto de sugestões de atividades, além de pressupostos orientadores da formulação e implementação de políticas públicas para a primeira infância. Eleitos, os candidatos deverão elaborar um plano municipal pela primeira infância; instituir e garantir o funcionamento do comitê municipal intersetorial de coordenação das políticas para a primeira infância; ampliar e qualificar os serviços socioassistenciais e fortalecer a atenção básica, com foco na estratégia saúde da família.

Primeira infância
A primeira infância é a fase do desenvolvimento que vai do nascimento até os 6 anos. O Núcleo Ciência pela Infância diz, na publicação Impacto do Desenvolvimento na Primeira Infância Sobre a Aprendizagem, que este período é crucial para a criança, porque é nele que ocorrem o desenvolvimento de estruturas e circuitos cerebrais e a aquisição de capacidades fundamentais que permitirão o avanço de habilidades mais complexas.

Em termos de investimento, o ganhador do Prêmio Nobel de Economia, James Heckman, mostra que o retorno econômico é maior quando se investe mais cedo no capital humano. Assim, investir na primeira infância traria um maior retorno ao país como um todo.

Neste ano, a presidenta afastada Dilma Rousseff sancionou, sem vetos, o Projeto de Lei nº 6.998/2013, que cria a Política Nacional Integrada para a Primeira Infância, atual Lei 13.257/2016. A lei estabelece como questões prioritárias a serem cuidadas na primeira infância saúde, alimentação, educação, convivência familiar e comunitária, assistência social, cultura, lazer, espaço e meio ambiente.

Autor: Agência Brasil
Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia

Abertas as inscrições para vagas remanescentes do Fies

Começam hoje (22) as inscrições para as vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) no segundo semestre de 2016. O prazo para os estudantes não graduados que tenham sido pré-selecionados no processo regular vai até o dia 28. No dia 26, começam as inscrições para os estudantes graduados pré-selecionados.

A inscrição é gratuita e feita exclusivamente pela internet, na página do FiesSeleção. Em seguida, o estudante deve acessar o Sistema Informatizado do Fies e concluir sua inscrição em dois dias úteis subsequentes.

Pode se inscrever às vagas remanescentes o estudante que tenha renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos, tenha participado do Enem a partir da edição de 2010 e obtido média igual ou superior a 450 pontos e nota na redação superior a 0.

O Fies é o programa do Ministério da Educação que financia cursos superiores em instituições privadas com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Nesta edição, foram ofertadas 75 mil vagas.

O programa oferece financiamento a uma taxa efetiva de juros de 6,5% ao ano. O percentual do custeio é definido de acordo com o comprometimento da renda familiar mensal bruta per capita do estudante.

Autor: Agência Brasil
Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Resultados preliminares podem ser consultados pelas escolas

Os resultados preliminares da Prova Brasil 2015 já estão disponíveis exclusivamente para as escolas participantes. No período de 20 de julho a 5 de agosto, os gestores escolares podem conhecer os resultados e, caso desejem, poderão entrar com recurso.

A Prova Brasil 2015, que contemplou testes de leitura e de matemática, foi aplicada em novembro daquele ano, para 4,5 milhões de estudantes, da quarta série e quinto ano e da oitava série e nono ano, de 50 mil escolas de todo o país.

Casos – Escolas que se enquadram em pelo menos uma das situações a seguir não têm resultados preliminares: 1) Contar com menos de 20 alunos nas etapas avaliadas (quarta série e quinto ano ou oitava série e nono ano do ensino fundamental), conforme o Censo Escolar da Educação Básica de 2015; 2) escolas que não atingiram 80% de participação do público alvo na avaliação; 3) estabelecimentos de ensino multisseriados, particulares ou com ensino exclusivo para educação profissional ou para jovens e adultos (EJA).

Saeb – a Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc), mais conhecida como Prova Brasil, é censitária e faz parte do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). O principal objetivo é aferir a qualidade da educação brasileira e contribuir para sua melhoria.

Como um todo, o Saeb é composto por três avaliações externas em larga escala. Além da Prova Brasil, é realizada a Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb), que abrange, de maneira amostral, estudantes das redes públicas e privadas do país, em áreas urbanas e rurais, matriculados na quarta série ou quinto ano e oitava série ou nono ano do ensino fundamental e no terceiro ano do ensino médio. Também faz parte do Saeb a Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA), que é censitária e contempla os estudantes do terceiro ano do ensino fundamental das escolas públicas.

Acesso
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Acesso para quem já possui senha em algum dos sistemas do Inep clique aqui
Endereço eletrônico para pedir esclarecimentos e tirar dúvidas

Autor: INEP
http://portal.inep.gov.br

Depois de avanço na universalização, nova meta é ampliar a qualidade da educação inclusiva

Uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE) é a universalização da educação inclusiva e especial até 2024. Nos últimos anos, o Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Continuada e Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) avançou muito nesses temas. A intenção, agora, é promover a qualidade desse atendimento.

De acordo com Ivana de Siqueira, titular da Secadi, foram oferecidos aos estudantes apoio pedagógico, salas multifuncionais, salas de recursos e toda a parte de formação de docente e professores para atuarem nesse segmento. Tudo de acordo com a Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, que determina que as escolas e os espaços educacionais estejam preparados tanto do ponto de vista de formação de docentes quanto da acessibilidade. "Sabemos que se eliminarmos as barreiras existentes na sociedade a inclusão é um passo muito mais simples", disse a secretária. "A acessibilidade está muito mais no contexto em que as pessoas convivem do que nas condições delas."

Durante entrevista ao programa Educação no Ar, da TV MEC, também transmitido pela NBR, Ivana afirmou que o Ministério mapeou todas as escolas que estão ofertando a educação inclusiva e que agora pretendem estabelecer indicadores e desenvolver metodologias de acompanhamento desse processo nos municípios e estados.

Para ela, a alfabetização é o primeiro passo. Depois o aluno deve seguir para o ensino fundamental e médio e se preparar para a educação profissional. "É fundamental que os jovens e adultos tenha a educação relacionada com uma perspectiva profissional. Quando ele tem essa visão de profissionalização, ele tem um horizonte de futuro mas delineado, o que o anima a seguir com os estudos", complementou.

Graduada em psicologia com especialização em educação e desenvolvimento e mestrado em educação, Ivana de Siqueira esteve nos últimos 13 anos atuando na área de direitos humanos. De volta ao MEC, onde trabalhou com educação especial entre 1994 e 2003, Ivana defende que é preciso dar visibilidade e incluir, além das pessoas com deficiência, os indígenas, os quilombolas e os que não tiveram oportunidade de escolarização na idade correta.

"É um desafio importante, e eu me senti muito animada principalmente com essa gestão do Ministério que abraçou e abraça essa causa de uma forma muito especial", concluiu.

Autor: Portal MEC
http://pne.mec.gov.br

Metade dos jovens depende de programas do governo para cursar universidade

Pesquisa apresentada hoje (20) pela Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (ABMES) mostra que 50,5% dos jovens que pretendem ingressar em curso superior de universidade não têm condições de pagar as mensalidades e precisam da ajuda de programas de financiamento do governo. O percentual de 37,3% informou que poderia pagar as mensalidades e 12,2% disseram que talvez tenham condições de pagar. O estudo ouviu mil brasileiros com idade entre 18 e 30 anos, com ensino médio completo.

Ao serem questionados sobre o interesse em pleitear uma bolsa pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) – que concede bolsas parciais e integrais, com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – 57,9% tentariam ingressar no programa, 38,1% não têm interesse no auxílio e 4% não souberam responder.

Sobre o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), 50,3% dos entrevistados tentariam essa modalidade, 41,4% não tentariam e 8,3% não souberam responder. O Fies é um empréstimo para custear graduação em instituição privada de ensino a uma taxa de juros de 6,5% ao ano. O percentual de custeio varia conforme a renda familiar mensal.

Redução de custos

A pesquisa também perguntou aos estudantes o que pensam sobre a proposta de redução de investimentos em educação pelo governo federal. A maioria (75%) disse que é contrária ao corte. Sobre a cobrança de mensalidades por universidades públicas, mais da metade (57,3%) também se opôs à proposta.

Para Janguiê Diniz, presidente da ABMES, que representa 1,2 mil instituições educacionais privadas, o programa de financiamento estudantil beneficia mais o país, em última instância, que as instituições privadas de ensino. "Quando o Fies era incipiente há 6 anos, os índices de crescimento eram ascendentes. Quem precisa do Fies não são as instituições privadas, quem depende disso é o país”, disse ele.

Para o cientista político que trabalhou na pesquisa, Adriano Oliveira, o levantamento mostrou, que os jovens valorizam o papel do estado como indutor de inclusão social na área da educação.

Se pudessem escolher, 71,2% dos entrevistados optariam por uma universidade pública, enquanto 25,1% escolheriam uma instituição particular e 3,7% não responderam. “Essa questão mostra a importância do estado como agente que permite a inclusão social através da educação”, disse Adriano.
Apesar da preferência pelas instituições públicas, Janguiê argumenta que as faculdades privadas têm alcançado melhores índices de qualidade. “Se no Brasil fosse o mesmo sistema dos Estados Unidos [onde universidades públicas cobram mensalidade], esse sentimento de que as privadas tem qualidade inferior à pública não existiria”, declarou.

Autor: Agência Brasil
http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia

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